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Dom Walmor cria Comitê Arquidiocesano das Águas

O arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, criou, a partir de decreto publicado neste dia 6 de julho, o Comitê Arquidiocesano das Águas (COAGUAS), que reúne especialistas de diferentes áreas do conhecimento. Entre as atribuições do Comitê estão, principalmente, ações que contribuam na formulação de políticas públicas de modo a garantir a preservação e o acesso universal à água, bem essencial à vida. “Fazer denúncias, formalizá-las e publicizá-las, na medida em que se descubram flagrantes desrespeitos às normas de proteção do meio ambiente e das águas, com o objetivo de mobilizar a sociedade e evitar a degradação ambiental” também são atribuições do Comitê, que se dedicará, ainda, a promover “aulas abertas”, contribuindo para que a população exerça a cidadania também na defesa dos recursos naturais.

O decreto do Arcebispo lembra do acesso desigual à água, com os mais pobres excluídos do direito a esse bem imprescindível à vida: “Cresce a tendência de se privatizar as águas e já consolidam-se empresas para torná-las mercadoria sujeita às leis do mercado, negando, assim, que o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental, universal, porque determinante na sobrevivência das pessoas e, portanto, condição para o exercício de outros direitos humanos”, afirma o documento.

No decreto de criação, dom Walmor explica que o Comitê inspira-se na Carta Encíclica Laudato Si’ – sobre o cuidado com a casa comum, do Papa Francisco. O Arcebispo lembra que “as diversas crises que, no decorrer dos anos, envolveram e envolvem as águas no território da Arquidiocese de Belo Horizonte, sejam elas provocadas por enchentes ou períodos de racionalização no uso de água, impostos por longas estiagens e abaixamento da umidade relativa do ar, bem como a contaminação de águas em nascentes, riachos e rios e, ainda, pela canalização de córregos e ribeirões, são sintomas de uma questão tratada inadequadamente pelos poderes públicos.”.

Integram o Comitê o Vigário Episcopal para o Meio Ambiente da Arquidiocese de Belo Horizonte, padre Fernando César do Nascimento, a Professora Aleluia Heringer Lisboa Teixeira, doutora em educação; o Professor Antônio Luiz Gonçalves do Nascimento, especialista em direito urbanístico e ambiental; a Professora Elaine de Fátima Ferreira Barros, especialista em geografia humana; o Professor Geraldo Tadeu Rezende Silveira, doutor em meio ambiente; o Professor Henrique Paprocki, doutor em tomologia; o Professor João Henrique Rettore Totaro, doutor em linguística, e a Professora Mônica de Cássia Souza Campos, doutora em ciências naturais.

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