Santuário

Catedral Cristo Rei

17h
- Missa

07h15
- Missa
15h
- Terço de Nossa Senhora
15h30
- Missa
07h15
- Missa
14h30
- Adoração ao Santíssimo Sacramento
15h
- Terço da Misericórdia
15h30
- Missa
15h
- Terço Perpétuo
Sexta-feira - Terço da Misericórdia

15h - -

Você está em:

 

O DESAFIO DA EDIFICAÇÃO: uma história de quase 100 anos

 

 


Dom Antônio dos Santos Cabral chega a Belo Horizonte, em 30 de abril de 1922, para instalar a diocese da Capital, criada em 11 de fevereiro de 1921, pelo Papa Bento XV. Entre suas muitas tarefas, na capital nova e na diocese nova, o desafio de construir a Catedral.

A cidade contava apenas com três igrejas: São José, Nossa Senhora da Boa Viagem e Nossa Senhora do Rosário. Ele escolheu a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem, na sua nova edificação, para ser a CATEDRAL PROVISÓRIA. A realização do Congresso Eucarístico Nacional, em 1936, na Capital Mineira, motiva Dom Cabral no empreendimento do sonho de construir a CATEDRAL CRISTO REI, a ser localizada na atual Praça Milton Campos, no alto da Avenida Afonso Pena, onde foi iniciada a sua construção pela cripta, num projeto arrojado, uma réplica da Basílica de São Pedro, em Roma, coincidindo com a previsão feita pelo urbanista Aarão Reis, quando do planejamento da primeira cidade planejada no Brasil. Desafios e percalços, circunstâncias e dificuldades, necessidades e urgências adiaram por décadas esse grande sonho.

O Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, já no início de seu pastoreio, começou a ouvir perguntas sobre um projeto definitivo de Catedral em Belo Horizonte. A escuta de muitos, a retomada da história, o exame das condições urbanísticas da região metropolitana da capital mineira e o desafio de pensar o sentido mais genuíno e próprio de uma Catedral, lugar da espiritualidade, da cultura e da educação, da arte e do cuidado com os pobres, do pensamento e do diálogo indicaram que um projeto assim só valeria a pena se fosse edificado num lugar que marcasse o epicentro dessa promissora realidade urbana.

Dois anos de reflexões comedidas e de ponderações. A conclusão de que um projeto assim só poderia ter lugar na Avenida Cristiano Machado, em frente à estação do Metrô Vilarinho, epicentro geográfico em se considerando o adensamento populacional de uma Arquidiocese de cinco milhões de habitantes. Ainda em tempo, antes dos grandes projetos que impulsionam rápidos avanços e desenvolvimentos no vetor norte da região metropolitana, aconteceu a aquisição de um importante terreno. O lugar fez vislumbrar um projeto pensado por um arrojado arquiteto. Oscar Niemeyer era o nome, na mesma cidade onde iniciou sua carreira e marcou a sua e a história da capital mineira com obras arquitetônicas de relevo. Um pedido lhe foi feito. Um prazo foi pedido para pensar. Mais tarde, uma resposta. Em novembro de 2005, o arcebispo viaja sozinho ao Rio de Janeiro e encontra-se com Niemeyer, quando solicita uma concepção arquitetônica da Catedral Cristo Rei. Envolvido nesse sonho, especialmente pela forte presença no urbanismo da capital mineira e pela genialidade, Niemeyer abraça com entusiasmo a missão. Ele revela a intenção de entregar o projeto em três meses, mas o trabalho o absorve e ele se dedica durante seis meses a criar as formas de uma catedral definitiva para Belo Horizonte.

Em maio de 2006, Oscar Niemeyer oferece uma magnífica e arrojada ideia para o projeto da Catedral. A ideia começa a ser compartilhada, discutida, desafiando a todos no engajamento desse projeto. Um projeto grande e importante exige tempo para avaliações e ponderações de segmentos internos na Igreja, clero, evangelizadores, e na sociedade pluralista seus construtores, governantes e formadores de opinião. 2007… 2008… 2009…

Em setembro de 2010, Dom Walmor reúne-se com Oscar Niemeyer, no Rio de Janeiro, para a assinatura do contrato referente aos projetos do Conjunto Arquitetônico da Catedral Cristo Rei.

Oscar Niemeyer assina o projeto com uma caneta oferecida por Dom Walmor – futuramente, essa caneta fará parte do acervo do Memorial Arquidiocesano de Belo Horizonte.

Apresentação do projeto da Catedral Cristo Rei para todos os segmentos da sociedade: clero, fiéis, autoridades, entidades e instituições de todos os setores.

Bênção da pedra fundamental e a iluminação da Cruz da Catedral Cristo Rei.

Primeira reunião do grupo de estudo responsável pelo planejamento do espaço litúrgico da Catedral Cristo Rei.

Assinatura do protocolo de intenções para a edificação da Catedral Cristo Rei

Assinatura do protocolo de intenções para a edificação da Catedral Cristo Rei

Começa ampla campanha nos meios de comunicação, convidando todos a participarem da construção.

O presépio da Arquidiocese é construído no Terreno da Catedral Cristo Rei, recebendo visitas dos fiéis.

O presépio da Arquidiocese é construído no Terreno da Catedral Cristo Rei, recebendo visitas dos fiéis.

 As obras começam com os trabalhos de terraplanagem e fundação.
As obras começam com os trabalhos de terraplanagem e fundação.
O canteiro de obras da Catedral recebe as primeiras peregrinações de fiéis.
O canteiro de obras da Catedral recebe as primeiras peregrinações de fiéis.
 

O Projeto Praça das Famílias é apresentado para a comunidade. No Rosário da Praça da Catedral Cristo Rei estarão os nomes dos fiéis que ajudarem na edificação.

O Projeto Praça das Famílias é apresentado para a comunidade. No Rosário da Praça da Catedral Cristo Rei estarão os nomes dos fiéis que ajudarem na edificação.

Visitas guiadas passam a ser organizadas no canteiro de obras, oportunidade para o visitante conhecer onde estará cada ambiente da Catedral Cristo Rei.

A Tenda Cristo Rei é um dos lugares especiais da Arquidiocese de Belo Horizonte que recebe a Porta Santa, no Jubileu da Misericórdia convocado pelo Papa Francisco.

A Tenda Cristo Rei é um dos lugares especiais da Arquidiocese de Belo Horizonte que recebe a Porta Santa, no Jubileu da Misericórdia convocado pelo Papa Francisco.

Concluídas a fundação, terraplanagem e contenções, a Catedral começa a tomar forma com as primeiras paredes, pilares e lajes: as obras da Acolhida Solidária Dom Luciano Mendes de Almeida.

Integrantes da Pastoral do Surdo e da Pastoral da Pessoa com Deficiência Visual celebram o início da Semana Santa, com o arcebispo Dom Walmor, na Tenda Cristo Rei.

As obras avançam com a generosidade de muitos: a Praça das Famílias e o setor onde estará a nave da Catedral Cristo Rei começam a ser edificados.

Sob o piso, estarão importantes espaços dedicados à inclusão educativa e cultural de pessoas pobres: auditório, ambientes para cursos e outros espaços.

Durante a Festa de Cristo Rei, em novembro, dom Walmor celebrou Missa em um dos espaços que ficará sob o templo, com a participação de mil fiéis.

A Catedral Cristo Rei, mesmo em construção, já recebe grandes e especiais peregrinações. A abertura e a conclusão da 6ª Assembleia do Povo de Deus foram celebradas na Catedral. E em novembro, 3500 mães se reuniram no Encontro Mineiro de Mães que Oram pelos Filhos, um recorde de fiéis na Catedral.

Concluída a construção da Concha Acústica da Amizade, o altar que faz parte da grande esplanada da Catedral Cristo Rei – a Praça das Famílias. Da Concha Acústica da Amizade serão celebradas Missas e realizados eventos para mais de 20 mil pessoas.